Sociedade de Consumo e Obsolescência Programada

Depois que li uma reportagem no Jornal O GLOBO fiquei muito interessado no assunto da Obsolescência Programada. Lâmpadas incandescentes que poderiam durar mais, impressoras programadas para parar de funcionar depois de um certo número de páginas impressas, aparelhos e brinquedos onde não é possível trocar a bateria são exemplos de como a indústria e agentes econômicos trabalham para manter o consumo. Sem contar com a obsolescência do design, puramente psicológica e comum no Brasil em relação à indústria automobilística cujo carros mudam totalmente de modelo a cada 3 ou 4 anos fazendo com que você se sinta de carro velho. Resistir é preciso.

A reportagem do O Globo pode ser lida no link abaixo:

“É inadmissível um sistema que leve a converter tudo o que é produzido em lixo rapidamente”, diz cineasta

Abaixo, segue o documentário completo, relativo a reportagem acima. Está em espanhol mas dá para compreender bem. Tem duração de uma hora.

2 thoughts on “Sociedade de Consumo e Obsolescência Programada”

  1. Os produtos que são lançados no mercado são feitos para não durar, haja vista, os eletrodomésticos e os eletroeletrônicos. A pessoa tem que ter mãos de cirurgião e saber usá-los, do contrario tem prejuízo.
    Exemplos meu: possuo um frost free da Consul de 420 litros do ano de 1999! Sua manutenção ao longo desses anos não chegou a um salário mínimo atual. Segundo sua última visita (há 1 ano e meio) de um técnico de confiança deu nota 9 na conservação. Ele confidenciou que as frost free atuais apresentam problemas de toda ordem em questão de um ano…tudo para que as assistências técnicas faturem também.
    Outro exemplo: tenho um micro-ondas e uma lava roupa da marca Consul de 06 quilos que nunca me deram problemas e estão aniversariando: 8 anos!
    E o que dizer do meu micro adquirido em 2008 (AMD Sempron LE-1150) funcionando! Uma melhoria ali e aqui e mandando comentários, assistindo jogos pela internê…
    Outro exemplo: lançamento de filme! Formam-se filas. O sujeito leva parte do dia para ter o prazer depois em dizer que foi o primeiro. Mal sabe que tem camelô já vendendo a 10 dilmas o mesmo filme antes da estreia e semanas depois passando na TV. Vai entender!
    Sociedade consumista. Sociedade paranoica. De uns anos para cá venho observando o ritmo frenético dos consumidores em adquirir produtos diversos de ultima geração.
    Tem viciado que é assim: mal descobre como funciona o aparelho e surgindo um novo modelo só porque o fabricante mudou o desenho ou colocou um botão novo que diz Olá!… o cara faz de tudo para adquiri-lo.

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