Arquivo da categoria: Reflexões&Idéias

Pokemon: Personagens para folha de adesivos

Meu filho de 6 anos agora gosta de Pokemons e pediu para imprimir alguns personagens numa folha adesivada para ele cortar e colar.

Como tive que fazer a montagem antes da impressão, disponibilizo ela aqui, em formato PDF para facilitar o trabalho de quem quiser fazer também. Clique na imagem abaixo para baixar o PDF de duas páginas com os personagens preferidos do meu filho: Continue lendo Pokemon: Personagens para folha de adesivos

Horário de verão ainda é útil?

O horário de verão foi criado com a ideia de aproveitar melhor a luz do dia e, com isso, economizar energia para iluminar as ruas e as residências. Segundo o site do Guia dos Curiosos, a ideia é de 1784 para economizar velas. Mas, conforme o Wikipédia, a primeira vez que o horário de verão foi efetivamente decretado foi em 1916, pela Alemanha, para economizar carvão após a primeira guerra mundial. Este post questiona a utilidade do horário de verão agora, 100 anos depois, já que o mundo moderno não usa a energia apenas para iluminação.

Continue lendo Horário de verão ainda é útil?

O que o governo pode fazer? #OGiganteAcordou


O que fazer quando um protesto surge das redes sociais? Diferentemente dos protestos da ditatura ou dos cara-pintadas. Não há partido político, não há campanha mídiática… o que fazer?

A melhor coisa que o governo pode fazer agora é usar as mesmas redes sociais (facebook, google plus) para estabelecer um novo compromisso com o povo, uma nova aliança, principalmente a classe média que é a mais massacrada pelas últimas decisões.

Este novo compromisso deve ser pautado numa repriorização na agenda dos poderes Executivos e Legislativo em todas as esferas, municipal, estadual e federal.

O governo não deve esperar por lideranças. Se o governo quer realmente negociar, o facebook é a mesa de negociações.

A pior coisa que o governo pode fazer é limitar o uso da internet. Claro que não será uma limitação a lá China. Será uma limitação ao estilo capitalista: aumento do custo do uso da internet e ou através de regulamentos rígidos para criar blogs ou postar o conteúdo.

Um exemplo de regulamento ridículo poderia ser a necessidade de ser formado em Jornalismo ou em algum novo curso que inventarem para se ter um blog. Não duvidemos da capacidade de legisladores com uma paǵina do Microsoft Word em branco a sua frente.

Amigos, fiquemos atentos e vigiemos as próximas ações do governo.

Quanto custam 20 centavos? – #movimentopasselivre


#movimentopasselivre #protestrorj

Ontem o clima ferveu aqui no Rio de Janeiro. Não vejo tanta gente assim na Av. Rio Branco desde, humm, desde o último carnaval. Além do número de pessoas, não havia nenhuma outra semelhança com a nossa maior festa do ano. Não vi gente bêbada. Não vi gente dançando. Ouvi gritos de protestos. Vi muitos cartazes com mensagens inteligentes Continue lendo Quanto custam 20 centavos? – #movimentopasselivre

O truque do IPI zero


Estou com dengue e direto na cama. Quando a dor de cabeça deixa, estou lendo o Kindle Book “Thinking, Fast and Slow” de Daniel Kahneman. O livro trata da maneira na qual o cérebro toma decisões simples e cotidianas, no menor tempo possível e procurando o menor esforço. O livro é completo, fala da mente humana, descreve um modelo tão bem elaborado do ciclo de tomada de decisão do cérebro que eu penso ser possível criarmos um programa de computador que implemente esse modelo.

Quando ouvimos muito sobre alguma coisa, ela deixa de ser um estranho para o nosso cérebro e nos passa a condição de que é algo familiar e não perigosa. Há empresas e governos que investem pesadamente na repetição para passarmos a confiarmos nelas. Além da repetição, o livro fala também do “cognitive bias“, ou seja, das conclusões erradas que chegamos quando uma notícia ou publicidade diz expressões soltas, cujo idéias nos leva a associações erradas e entendemos algo que a notícia e propaganda não disse diretamente. Mas queria que entedêssemos dessa forma. Complicou? Vou ao meu caso:

O caso em discussão aqui é sobre a campanha da Redução do IPI. Esse fato apareceu em toda a mídia. Jornais, governo e a indústria de automóveis investiram muito tempo e dinheiro ao tema do IPI Zero durante do ano de 2012. Toda a campanha de venda de carros dizia que o preço dos carros não tinham IPI e que era a grande oportunidade de comprar seu carro novo. O cérebro, juntando as ideias “redução do IPI” e “oportunidade de comprar” logo entendeu de que os carros estavam mais baratos (cognitive bias). Lamento amigos leitores: Os preços dos carros não estavam mais baratos. Continue lendo O truque do IPI zero

Os Romanos não precisavam do Zero!

Desde sempre escuto falar que os Romanos não conheciam o ZERO. Todas as vezes em que escutei isso, havia um certo desdém em relação à representação numérica dos romanos. Essa crença existe por causa do sistema númerico romano onde não há, até onde eu saiba, um símbolo que represente o zero. E a falta deste símbolo parece algo tão importante que alguém achou necessário abrir uma seção exclusiva para falar sobre isso na página referente à “Numeração Romana” no Wikipédia (em Português). Segue o trecho do Wikipédia onde o ZERO é citado:

Zero
Os romanos desconheciam o zero, introduzido posteriormente pelos árabes, de forma que não existia nenhuma forma de representação deste valor pelo fato de terem apenas como base o início do numeral o 1 [carece de fontes].
(extraído do Wikipédia em Português em 12/Fev/2013)

Sempre achei incrível como era possível qualquer civilização se desenvolver sem o uso do algarismo ZERO. Mas, com o tempo, conhecendo um pouco mais da história da civilização romana, seu domínio na escrita, na política e nas guerras, que culminou no domínio do mundo ocidental por vários séculos, passei a desconfiar sobre a importância do fato de eles não usarem o ZERO no seu sistema numérico. E mais: passei questionar a importância do ZERO num sistema numérico. Continue lendo Os Romanos não precisavam do Zero!

Sociedade de Consumo e Obsolescência Programada

Depois que li uma reportagem no Jornal O GLOBO fiquei muito interessado no assunto da Obsolescência Programada. Lâmpadas incandescentes que poderiam durar mais, impressoras programadas para parar de funcionar depois de um certo número de páginas impressas, aparelhos e brinquedos onde não é possível trocar a bateria são exemplos de como a indústria e agentes econômicos trabalham para manter o consumo. Sem contar com a obsolescência do design, puramente psicológica e comum no Brasil em relação à indústria automobilística cujo carros mudam totalmente de modelo a cada 3 ou 4 anos fazendo com que você se sinta de carro velho. Continue lendo Sociedade de Consumo e Obsolescência Programada

Imagine se a “Força da Gravidade” fosse constante na Terra?


O Ministério da Saúde adverte: O conteúdo abaixo contém altas doses de papo NERD!

Se você soltar, ao mesmo tempo, uma bola de futebol e uma bola de boliche do alto de um edifício, qual cairá primeiro no chão?

Quando aprendi na escola sobre a gravidade, o mais marcante foi o fato dos objetos caírem a uma aceleração de ~9,8m/s2 seja lá qual for o peso do objeto. Um exemplo clássico é jogar uma bola de futebol e uma bola de boliche simultaneamente do alto de um prédio de 40 metros. As bolas chegarão ao mesmo tempo no chão. É um comportamento da natureza que é contra a nossa intuição que Continue lendo Imagine se a “Força da Gravidade” fosse constante na Terra?

Rio de 20 de Janeiro a 1o de Março – de São Sebastião a Estácio de Sá


Hoje de manhã no caminho do trabalho ouvi no rádio um pouco da história do dia de hoje, 1o. de Março, que é aniversário de fundação da cidade do Rio de Janeiro. Estava ouvindo a rádio CBN (FM 92,5) por volta das 9 da manhã.

A reportagem começou comentando a confusão, realmente comum, entre as datas 20 de Janeiro e o 1o. de Março. O dia 20 de Janeiro é feriado municipal no Rio e muitos acham que é o dia do aniversário da cidade. Na realidade, 20 de Janeiro é o dia do Padroeiro da cidade, dia de São Sebastião.

Depois, a reportagem falou sobre o fundador da cidade, Estácio de Sá e contou um pouco da história dele. Estácio de Sá veio ao Rio com a missão de trazer a região novamente para o domínio do Império Português. Nesta época, o Rio era dominado pelos franceses e por índios. Ele teve sucesso nessa batalha mas veio falecer por causa de ferimentos causados por flechas dos índios.
Continue lendo Rio de 20 de Janeiro a 1o de Março – de São Sebastião a Estácio de Sá